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Confira: Corte de Bolsonaro na cúpula é explicado pela ONU: Apenas para planos ambiciosos

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A ONU afirma que, pelo menos por enquanto, o presidente Jair Bolsonaro não faz parte dos líderes que participarão da cúpula do clima, marcada para este sábado, enquanto cientistas da Climate Action Tracker requalificam e rebaixam a situação dos compromissos ambientais do Brasil.

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Bolsonaro não faz parte e o Itamaraty trabalha nos bastidores para reverter a crise.

Numa coletiva de imprensa em Genebra , hoje mesmo, a porta-voz da ONU, Alessandra Vellucci, também confirmou que, por enquanto, o Brasil não faz parte da lista.

«O Brasil não está nesta lista», diz Alessandra.

«Mas os três anfitriões – França, Reino Unido e a ONU deram aos estados orientações claras desde o começo de que as vagas para os palestrantes iriam para países e outros atores que pudessem mostrar mais ambição neste momento, seja na área de mitigação, adaptação ou resiliência, financiamento, seja por planos concretos ou outras ações», explicou.

A entidade não descarta que, mesmo sem poder falar, o Brasil pode ver ao evento

«A lista de países que falarão na Cúpula não significa que outros países não estejam agindo, ou não irão agir, no período que se avizinha. Haverá muitas oportunidades – e na verdade uma grande necessidade – para qu e tais países se apresentem com maior ambição e compromissos nacionais reforçados em 2021 antes da COP26», completa o comunicado.

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O Itamaraty ainda busca uma solução para a crise política e, extraoficialmente, a chancelaria ainda aposta na inclusão do Brasil no evento.

Mas os organizadores preferiram transformar o evento num marco dos compromissos dos governos e já preparar a cúpula de 2021, em Glasgow .

O governo do Brasil, em meados da semana, apresentou suas metas de emissões para o ano de 2060 e submeteu seus planos para a ONU.

Os objetivos foram considerados inferiores ao que se esperava do Brasil.

Entre os organizadores da cúpula, o entendimento foi que tais metas não eram suficientes para incluir o país na lista de participantes.

Numa primeira lista de oradores revelada nesta quinta-feira, os organizadores não colocaram o Brasil.

Procurado, o Palácio do Planalto não se pronunciou e orientou a reportagem a buscar o Itamaraty.

Nos bastidores, a coluna apurou que o governo tenta convencer os organizadores de que as metas são reais e que, portanto, o Brasil deveria ser incluído.

Ao longo dos últimos meses, Bolsonaro e seus ministros têm usado reuniões internacionais para atacar países estrangeiros, e raramente para apresentar projetos concretos sobre o que tem feito para frear o desmatamento.

Tal postura, segundo revelam negociadores na ONU, não será bem-vinda na próxima cúpula.

O desmatamento no Brasil colocou o governo de Jair Bolsonaro numa saia-justa inédita e numa encruzilhada internacional.

Em recente discurso nesta semana, o secretário-geral da ONU, António Guterres, mandou mensagens cifradas para Brasília.

Fonte UOL

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