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Este acontecimento vem chamando muito a atenção do grupo médico de todo o mundo. Esse assunto se tornou viral depois de ser compartilhado na internet.

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Portanto o caso Itzmara é muito mais inusitado do que esperamos, porque foi possível detectar que ela carregava um feto ainda durante a gravidez da mãe.

Miguel Parra-Saavedra, relatou que examinou Mônica Veiga, de 33 anos, mãe de Itzmara, quando ela já estava com 35 semanas de gestação, quer dizer, há cinco semanas antes do parto.

Todavia, Miguel Parra, teria feito um exame mais profundo usando um Doppler colorido com imagens de ultrassom 3D/4D foi aí que identificou que Itzmara na verdade tinha um bebê minúsculo, em seu abdômen, sustentado por um cordão um cordão umbilical próprio que o alimentava.

No momento que ele falou para Mônica, ela entrou em choque, mas ele explicou tudo nos mínimos detalhes para a mãe que começou a ficar um pouco mais calma.

Quando completou 37 semanas de gestação, Itzmara já tinha 3 kg e os médicos acharam melhor fazer o parto cesariana, porque eles temiam que a gêmea interna esmagasse seus órgãos genitais. Itzmara nasceu bem de saúde, e no dia seguinte os doutores realizaram seu “parto”, o gêmeo fetal foi retirado através de uma laparoscopia.

Fonte: Notícializando