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confira: o que fala Alan Empereur sobre futuro do palmeira e aprendizado na Itália, mudança de carreira

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O torcedor do Palmeiras se surpreendeu quando, no dia 9 de novembro, o clube anunciou a contratação do zagueiro Alan Empereur. Aos 26 anos, o defensor trocou uma carreira consolidada na elite do futebol da Itália, onde passou metade da vida, para desbravar o próprio país.

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O passado na Itália e uma tentativa frustrada de negociação com o PAOK, na época dirigido por Abel Ferreira, ajudaram no rápido acerto com o Verdão. O defensor nascido em Ipatinga , que passou os últimos 13 anos na Itália, contou em conversa exclusiva com o ge sobre o início de carreira na Fiorentina, em companhia de outros brasileiros, entre eles Ryder Matos, meia-atacante que vestiu a camisa do Verdão em 2015.

Tem também o Marcão, goleiro, que jogou Série B aqui e está no Vila Nova. Vivendo sua primeira oportunidade como atleta profissional em um grande clube do futebol brasileiro, Alan Empereur mostra empolgação com seus primeiros momentos no Verdão. O Verona é um time grande na Itália, mas não tem o tamanho do Palmeiras. A Fiorentina também não tem a grandeza e os títulos que o Palmeiras possui.

Na Itália, todo mundo conhece o Palmeiras. Entrosei dentro do grupo, até agora tudo muito bom. – Não tinha como recusar o Palmeiras. Morei muito tempo na Itália, mas o sangue aqui é brasileiro.

O que fez você sair da Itália para voltar para o Brasil?

Eu saí muito cedo e ninguém me conhecia aqui. Quando eu comecei a jogar futebol, meu grande sonho era jogar em um time grande no Brasil. Não voltaria para qualquer time, então quando vem um time como o Palmeiras não tem como recusar. Também estava com saudade e queria ficar mais perto da minha família, curtir o meu país.

Cresci lá, fiquei d os 13 aos 26, muito tempo. A parte mais importante da vida tive na Itália. Estava esperando uma boa oportunidade, e agora ela apareceu. Na época, o futebol italiano estava no topo do mundo e fui para fazer a base .

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Já era zagueiro nessa época?

Mas aí cresci muito e pedi para o treinador me colocar na zaga. A gente estava tomando muito gol, aí pedi para ir para trás. O pessoal era dois anos mais velho do que eu, aí fui bem.

Foi para o Atlético-MG por questão familiar?

Fui para o Galo porque meus dois irmãos jogavam na base do Cruzeiro e não vingaram muito. – Primeiro de tudo agora é Palmeiras. Primeiro time de todo mundo agora é o Palmeiras.

Como foi a reação da família ao convite e a toda essa mudança para a Itália?

Ele sempre foi liberal, sempre gostou de futebol. Era para eu ficar duas semanas, mas fiquei quatro meses seguidos, porque gostaram de mim e ficaram com medo de me perder. A cidade é muito boa, clube muito bom. – O mais difícil foi me comunicar, embora tenha aprendido a língua até rápido.

Às vezes chorava com saudade, tinha só 13 anos.

Chegou a pensar em desistir?

Porém, isso foi importante para mim, amadureci rápido porque cresci sozinho. Nos momentos ruins, colocava a cabeça no travesseiro, chorava e no dia seguinte estava pronto para a batalha. Foi tudo bem rápido para você vir ao Palmeiras. – Estava concentrado no hotel, quase dormindo.

Tinha acabado de me desligar do telefone e estava preparando para dormir, após falar com os meus pais. Aí tocou o telefone e me perguntaram se eu queria vir para o Palmeiras.

E quem estava do outro lado da linha?

Foi uma correria porque já mandei mensagem para o diretor do Verona na hora e disse que não estava com cabeça para o jogo, que tinha uma oportunidade.

Encararam com tranquilidade no clube a sua decisão?

– Juric perguntou novamente, deu um sorrisinho, me deu um abraço e disse que eu estava liberado. Ele ficava falando que eu jogaria muito mais nessa temporada. Cheguei aqui e me levaram para o CT. Estava perdidinho, tontinho .

O que ele queria, conhecia, até porque quase fui para ser treinado por ele no PAOK. Ele me explicou as coisas básicas do time e perguntou se eu estava pronto. Aqui são bons treinos, intensos. Pelo tempo que temos, não dá para treinar muito.

O que você observa de mais importante na formação como jogador na Itália?

Para o zagueiro é muito importante conhecer o jogo e saber se movimentar. Zagueiro é muito posição, nem tanto a velocidade. Mas mais importante experiência, maturidade. O jogo lá é mais intenso, jogávamos homem contra homem.

Movimentar em vários modos, você joga de vários modos. Abel já utilizou você como homem aberto pela esquerda.

O Palmeiras disputaria por título nas principais ligas europeias?

É difícil analisar porque o futebol é diferente. O Brasileirão é muito difícil de ganhar.

Com ele, também converso muito com o Breno Lopes, o Kuscevic.

Fonte:globoesporte

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